PIXAR: como os filmes do estúdio foram adaptados pra ganhar a audiência internacional


Sua cultura não é a cultura do japonês, que não é a cultura do russo, que não é…

Lembra do episódio de Chaves onde, em algumas dublagens, eles dizem que vão ao Guarujá? Todos que assistimos, uma hora ou outra, acabamos sabendo que aquilo é Acapulco (até porque o próprio estúdio de dublagem confunde isso e usam Acapulco em português).

Esse fator de aproximação é bastante interessante, faz com que aconteça uma aproximação do espectador, que tem outra cultura, com o produto final. Isso é mais um dos atrativos mágicos do cinema/seriado/animação.

Por falar em animação, esta tem um fator que navega nesse mesmo âmbito que aparenta ser um pouquinho mais complicado… referências.

A dublagem “só” (entre aspas pois não queremos diminuir o trabalho dos artistas da dublagem. Os nacionais, inclusive, são maravilhosos) muda uma referência sonora ou outra. Já a animação TEM DE SER algo visual.

Uma das produtoras que trabalha isso com excelência é a Pixar, eles tem uma preocupação em respeitar a cultura de outros países que não se vê em qualquer lugar. Isso se vê da mudança de uma plaquinha do inglês pra russo até tirar os brócolis (que são considerados nojentos no Japão) e mudar pra pimentões. É mole?

Até Hockey foi trocado por futebol no filme em alguns lugares do mundo…

O canal gringo Oh My Disney fez uma série de comparações deste tipo. Está no vídeo abaixo. Ligando as legendas dá pra assistir, inclusive. Fica a dica!

(via: Design Taxi)

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