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Creative Spaces | Espaços Criativos

O fotógrafo californiano Kevin Knight, criou um projeto bem interessante e peculiar: Retratos de espaços criativos! Kevin foi nos estúdios, escritórios, home offices, ateliês entre outros de diversos tipos de criativos, que vão de artistas a escultores de cinema, e muitos outros, e fotografa seus lugares de criação, elabora uma pequena entrevista onde o criativo abre seus núcleo criativo e fala um pouco sobre seus processos.

Kevin, reuniu tudo isso num blog, que você pode conferir no link abaixo. O blog está desatualizado faz algum tempo, mas vale a pena dar uma volta pelas galerias e ler as entrevistas dos artistas.

E se você tem algum canto criativo em sua casa, escritório ou atelier, envie para nós do Trevous no perfil do Facebook!

Blog do Projeto

Página do Fotógrafo

Vingadores Medievais

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Já imaginou os heróis da Marvel se eles tivessem “nascido” na época Medieval? O Artista malasiano que assina como the DURRRRIAN já, então ele desenhou e publicou no site Deviantart os heróis da Marvel como se a história se passasse durante a era medieval. Utilizando técnica mista envolvendo arte analógica e digital, o artista recriou boa parte do staff de heróis do selo de HQ´s. Em sua galeria constam outros trabalhos sobre fantasia medieval.

Homem de Ferro

Thor

Nick Fury

Capitão América

Mais?

Crianças, imaginação e rabanadas.

As crianças tem uma imaginação incrível, a maioria consegue brincar com qualquer coisa e em qualquer momento, especialmente quando estão em suas casas – ou seria Base de Operações Especiais? Fui filho único até os nove anos e passei uma parte da minha infância brincando (e falando) sozinho. Lembro que, entre diversas brincadeiras, a minha preferida era “invadir” a casa da minha avó, que morava com meu avô e duas tias, passando de um cômodo para o outro sem que ninguém me notasse. Essa tarefa não era fácil, apesar da casa dela ser colada com a minha. Passei muitas tardes em missões arriscadas, como a de furtar alguma coisa da geladeira dela sem que ninguém me notasse. Em dias mais inspirados pegava o lenço azul marinho da minha mãe e usava como máscara ninja, e partia em missões mais arriscadas sem saber se voltaria com vida. Era divertido, lembro que quando entrava nessa vibe imaginava a casa como uma fortaleza e visualizava minhas tias como verdadeiros guardas (ninjas do mal) guardando o cofre (geladeira) que abrigava as rabanadas da minha avó, que apesar de dormidas eram deliciosas.
Inspirado na imaginação das crianças, Andy Fairhurst conseguiu reproduzir de forma simples o poder de criatividade que os pequenos tem para se transformar em seus heróis (ou vilões) preferidos. Apesar de não ter o “Ninja Ladrão de Rabanadas da Vovó”, o cara mandou muito bem.

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mais?

Enterro? Eu quero é virar música!

A morte é um tema evitado por muitos, mas sabemos que algo tem que ser feito com a nossa carcaça depois do “sono eterno”. Uns querem ser enterrados, outros cremados, alguns querem suas cinzas espalhadas em algum lugar, seja no mar ou na atmosfera.

Porém uma empresa inglesa inovou! A Andvinyly, recebe os restos de sua cremação e prensa em 30 discos de vinil com músicas que você escolheu, antes de bater as botas. Você ainda pode enviar as artes para constarem em seu disco póstumo. Imagine ao invés de ficar a eternidade enfurnado em um caixão, o cidadão poder ficar girando e animando as próximas gerações.

A Andvinyly também se responsabiliza por todo processo do funeral. Se você pretende ter o seu próprio Vinil R.I.V, dê uma olhada nas setlists já criadas.  Já estou fazendo a minha playlist!

Mais?

O Diferencial Automotivo

Muitos podem não saber o que é um “diferencial”, e nem a sua importância no funcionamento do carro. Porém esse vídeo de 1937, produzido pela GM (na época Chevrolet), mostra de formasimplificada o funcionamento dessa peça presente em carros de tração traseira. O vídeo usa uma linguagem clara e consegue passar a importância da peça. Se você não se interessa por automobilismo ou mecânica, mas é curioso vai se surpreender com os conceitos do vídeo e a forma criativa que eles foram apresentados.

Uma fábrica a mais, uma fazenda a menos

A designer Lisa Ma realizou um pequeno feito que talvez não vá mudar o curso da humanidade, mas conseguiu provar para o mundo como a irracionalidade do comércio global desestrutura as economias locais.
Ela viajou da Inglaterra para Shenzhen na China e estudou de perto a população “Made in China”. Lisa documentou a atividade de uma fábrica de joysticks – essas pequenas peças de design que já nascem velhas. Pois como ela mesma afirma no vídeo abaixo, o joysticks perderam lugar para os smartphones e ipads da vida.

Ela conversou com os gerentes desta fábrica e questionou quem produz a comida de toda a gente que diariamente migra do campo para as fábricas? Então ela propôs um rodízio dos operários, entre a linha de montagem e um trecho de terra, próximo à fábrica. Em outras palavras, sugeriu que os empregados passassem metade do dia montando joysticks e outra metade o cultivando a terra, o que ajudaria a equilibrar a demanda de comida e ao mesmo tempo recuperar um laço que aquelas pessoas, camponeses de origem, perderam. De produtores tornaram-se consumidores.

O que ela tenta evidenciar com o projeto “Farmification” é que a intensa migração do campo para as cidades na China e no mundo, tem pesado seriamente na produção de comida mundial em favor da fabricação de qualquer bem de consumo destinado ao mercado ocidental e na maioria das vezes com fim certo no lixo. E aí ela questiona: “quem vai fazer a comida de todo esse povo?” Se milhões e milhões de chineses não trabalham mais no campo, o país tem que importar comida – para não falarmos da desertificação a olhos nus do território chinês. E é isso que já está acontecendo. E o que implica mudanças de preços e um desequilíbrio do mercado mundial, pois outros países agora tem que alimentar dois bilhões de chineses.

Há muito tempo atrás eu já tinha ouvido esta anedota, de que quando os chineses tivessem um pouco mais de poder aquisitivo e decidissem comer frango um dia a mais por semana, acabaria-se o frango para os brasileiros. Enfim, apenas um exemplo, entre muitas lições que podemos tirar dos efeitos de uma insanidade global. Desequilíbrio ecológico, econômico e social, só não vê quem não quer. Aliás, este projeto foi encontrado no blog ‘We make money not art’.

Fotografias do acervo histórico de NY

O Arquivo Municipal de NY lançou um banco de dados de mais de 870 mil fotos (de um total de mais de 2,2 milhões em seus acervos), com imagens sobre o cotidiano, sobre as obras, crimes, comércio, estilo de vida entre outros executadas entre os séculos XIX e XX e escaneadas recentemente.
Da pra gastar umas muito boas horas navegando pelo acervo, e tem ainda um serviço para compra das fotografias.

Veja mais fotos aqui.

Proteigon, mágica + stop motion

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Se você gosta de mágica e stop motion, então você vai curtir “Proteigon”. O vídeo é muito bem produzido e não deixa a gente com aquela sensação de “o efeito da edição acaba com a ilusão da mágica”, muito pelo contrário. Os diretores, Steven Briand e Luca, abusaram da criatividade e  tranformaram “Proteigon” em um projeto original e muito bem explorado, uma prova disso é a trilha, composta por Nodey, Omar e Morizt Reich, que casa perfeitamente com as imagens. Aí você se pergunta: “Mas quem são esses caras?” Nós respondemos: “Não sabemos, mas curtimos muito o vídeo e você?”

Está com tempo? Então assista “Frictions”

Mais? Makingof aqui e aqui.

Flores em holandês

A primavera fora dos trópicos é coisa séria. Quando aparece, ela levanta o astral de um país todo. Depois do rigoroso inverno de dias curtos e um frio de doer, a luz, os perfumes e as cores alavancam o humor de todos. Nos trópicos, como grande parte do Brasil (onde a natureza é mais constante no desabrochar) a gente só imagina este processo da primavera pelos livros e filmes e fotos, mas a experiência estética é muito mais intensa ao vivo. Saber nem sempre é sentir. Parece conversa de revista de decoração, mas é papo seríssimo.

E se os holandeses são mestres do planejamento, do design, da manipulação de cada centímetro quadrado de terra, as flores não ficariam de fora. Elas são notoriamente selecionadas há séculos também. E continuam sendo. Estas que vocês veem aqui ganharam nomes de estrelas de cinema, por exemplo. A gente no Brasil conhece essa cultura ao visitar a antiga colônia holandesa em São Paulo, Holambra, onde estive uma vez, por volta dos meus 8 anos. Só lembro mesmo das cores e do tamanho das flores tomando todos os meus sentidos, ao adentrar a feira.

Nessa época na Holanda, não só as flores comercializadas, mas todos os canteiros, meio fios, pequenos trechos de gramado estão cambiando de formas, escandalosamente, encantando os passantes. A cada semana um desfile diferente. Pedalando pela cidade, você descobre uma nova espécie pululando aqui e ali. Um dia o canteiro em frente à minha escola está pintado de amarelo. Na semana seguinte de rosa, na outra, de branco… E você pode levar consigo uma ou outra flor pelo caminho, pois elas abundam como se dissessem: me leva? Outro dia fiz dois buquês na orla do canal aqui perto de casa e levei para mim.

Fiz essas imagens no sábado passado, enquanto escolhia umas flores para oferecer a uma família a que ia visitar. Esta esquina era um espetáculo matinal. E para completar, nas parcas horas vagas, estou pesquisando flores comestíveis. Imagine um almoço onde flores são degustadas. Primeiro: para provar que comer é experiência multissensorial. Segundo para provar que amor é ingrediente essencial na comida de todo dia. E, terceiro, unir o útil ao agradável, claro, comer com arte! Veja um pouquinho mais num livro que encontrei: De Smaak van Bloemen (O sabor das flores), se quiser, no meu multiply.

SOLIPSIST

O diretor Andrew Huang apareceu sob os holofotes da mídia incensado pela boa repercussão de seu filme Doll face, “um dak sci-fi movie” nas palavras do próprio Huang. O vídeo tornou-se rapidamente em viral, chamando atenção da crítica e de diversos festivais e galerias.

De lá pra cá, Andrew tem colecionado prêmios e elogios em seus diversos trabalhos, como videoclipes e trabalhos comerciais. Em seu último filme, o diretor nos convida a uma gênese surreal de um mundo fantasioso. Imagens aquáticas, explosões de cores e uma belíssima manipulação das imagens, são alguns dos pontos observáveis nesta peça de incrível delicadeza e poesia.
Sim, o vídeo é longo. Assista com calma, você vai gostar.

Mais sobre Andrew Huang aqui.

HQs Marvel grátis!

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Aproveitando a onda de sucesso dos Vingadores, a Marvel Comics disponibilizou em seu site mais de 250 títulos de suas HQ´s mais famosas de várias épocas para leitura on-line e o que é melhor: grátis!

A iniciativa veio para divulgar e popularizar o serviço Marvel Digital Comics Unlimited, que disponibiliza mais de 10.000 títulos das aventuras de heróis como Homem Aranha, Capitão América, Thor, Homem de Ferro entre outros, através de uma assinatura anual para ter acesso ao conteúdo. Vale lembrar que o conteúdo está em inglês.




Curtiu? Então visite o site clicando aqui.

Artistas Dissecados

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A nova campanha publicitária (assinada pela DDB Brazil) da Escola de Arte do MASP, fez uma “autópsia” em grandes nomes da pintura, para divulgar os novos cursos da Escola. Salvador Dali, Pablo Picasso e Vincent Van Gogh foram dissecados, e seus orgãos “exibidos” com seus respectivos estilos de arte. Direção e execução impecáveis!