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Eggs font

Para quem curte tipografia, tenho um prato cheio (literalmente). A equipe do Handmade Font desenvolve fontes de uma forma um tanto quanto que diferente. Ao invés de lápis, papel ou programas de vetor, os caras decidiram criar fontes através de fotos em alta resolução. Uma das fontes que mais chama atenção é a Egghells onde eles usaram nada mais do que mil ovos, dez panelas, uma garrafa de óleo e meia e três horas para criar um set de fontes com ovos.

 

No detalhe percebemos que a gema é um imagem, mas tá valendo. Afinal existem várias receitas em que ela acaba sendo descartada, não é mesmo?

Se você curtiu a Egghells, dê uma olhada nas outras fontes que o site desenvolveu. Também é possível comprar as fontes, mas já posso adiantar que elas custam bem mais do que uma dúzia de ovos.

Noah

Noah está falando com a namorada, Amy, enquanto vê sites pornôs, joga games on-line e conversa com um amigo. Amy está preocupada com sua mudança de cidade e o futuro dos dois. Parece que tem a intenção de terminar. A conexão cai. E Noah rapidamente submerge em seu pequeno inferno hiperconectado e multitarefas.

Do amor e ódio às academias de ginástica

Depois de quatro anos morando na Holanda, resolvi me matricular numa academia de ginástica. Foi contra quase todos os meus princípios, não gosto de nada nas academias, mas precisava criar uma disciplina, em outras palavras, programar os meses de frio, que começam agora. Meus dias de estudante terminaram, fico boa parte do tempo em casa, no computador. Vários projetos e exposições rolando, mas faço meu horário com bastante liberdade. Talvez seja a vida que eu sempre quis. Mas agora preciso recuperar a bendita disciplina. Com prazos que variam de semanas a meses, é muito fácil procrastinar. Curtir uma manhã tranquila, perder-se na caixa de email, ou checando o Facebook, decidindo as coisas devagar. A vida passa num instante.

Com o inverno, os dias vão ficando mais curtos e a carioca em casa só pensa em comer chocolate. É uma força sobrenatural, que te atrai também para debaixo do cobertor. Sim, a tendência é querer hibernar. E aí mora também o risco da depressão. (A ironia é que fui convidada a participar de uma exposição contra a depressão de inverno, a ser inaugurada em janeiro, em Maastricht. E na qual vou ocupar a “sala do movimento”, com meu projeto de formatura, o ‘Flexor‘. De fato ele tem um quê de aparelho de ginástica – estava consciente quando o concebi).

Enfim, dizem que caminhar ou correr são a melhor opção para manter a forma. Mas o tempo aqui não ajuda o cidadão que quer usar o espaço público para malhar. Aqui chove todos os dias do ano, venta e faz frio numa proporção quase igual. Tem gente aqui que consegue correr até na neve. Mas nessas horas a minha ascendência tropical desperta das profundezas e diz, tudo tem limite! Correr no frio dói demais o nariz, a garganta, os dedos. Já tentei algumas vezes.

Socorro, eu não pertenço a este lugar!

Quando cheguei aqui em 2009, descobri quitutes do mundo inteiro, me fartei de tanta novidade, de vinhos e de queijos, muito mais acessíveis do que no Brasil. O tempo passou, o corpo sentiu. Não conseguia acompanhar meus colegas de curso, que bebiam todos os dias. Ganhei até um problema de estômago. Mas isso já é assunto talvez pra outro post. O fato é que preciso me lembrar de como eu era saudável no Brasil.

Sempre achei cuidar do corpo fundamental. Já fui neurótica, até o ponto da anorexia há anos atrás. Sempre fiz tudo que se recomendava. Malhava, bebia dois litros de água por dia, me entupia de fibras, evitava gordura animal, etc etc. Hoje tento não me preocupar demais e me permito comer certas coisas que considerava proibitivas nos meus anos xiitas (chocolate, amendoim, pizza, de vez em quando hoje pode). Mas enfim, meu metabolismo não é mais o mesmo de 10 ano atrás. Mas eu ia falando da academia de ginástica.

Quando entro em qualquer academia eu penso “Socorro, eu não pertenço a este lugar”. Imagino os corpos suados, sarados, trabalhando cada músculo, num exercício narcisista e exibicionista. Já eu morro de vergonha em malhar, vou com as roupas mais largas possíveis. Não me considero baranga, mas nem por isso gosto me exibir. Aliás sou tímida demais mesmo. No entanto sempre esqueço que as academias são o espaço também dos gordinhos e dos flácidos. Quando vejo um gordinho chegando, ainda me admiro, “Como pode? O que faz aqui?”. Raramente me ocorre que o cidadão pode estar indo pela primeira vez também. Assim como eu e talvez você.

Escolhi a academia mais barata da cidade, chamada ‘Fit for Free’. “Inscrição gratuita só hoje”. Para depois descobrir porque era tão em conta. O cheiro de suor sente-se da entrada. No frio holandês, não se abrem as janelas. As máquinas são praticamente apinhadas, umas atrás das outras, para atender a todos os clientes. Tem um quê de projeto social.

Em pouco tempo nota-se que todos os tipos malham ali, da dona de casa, o adolescente obeso, ao colecionar de piercings (sem exagero, vi um sujeito com uns cinquenta piercings em cada braço, subindo pelo pescoço e pela cabeça). Uma constelação de seres e de sons, coroada por uma bateria de televisões ligadas em diferentes canais. Até que por fim, pude sublimar tudo aquilo e focar na telinha do meu aparelho: as calorias consumidas, a velocidade e os quilômetros percorridos. Contando os minutos, mentalizando saúde e tônus muscular. No fundo há um sentimento bom de manutenção do corpo. Já quero voltar lá hoje. Enfim, a academia nos iguala, assim como os banheiros públicos, as zonas eleitorais e as praias do Rio. Quem ama cuida.

Mágoz

Os poucos elementos, as cores e a exploração da parte comunicativa das imagens, fazem com que o trabalho do artista Mágoz se destaque. Nascido em uma pequena cidade perto de Barcelona, desde muito cedo já desenvolvia projetos relacionados a comunicação e criatividade, focando sempre no valor conceitual de ilustração. Atualmente, Mágoz trabalha como ilustrador freelancer na área de imprensa, além de ministrar oficinas de ensino.

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Mais?

Harold Halibut – Video Game “Feito a Mão”

Harold Halibut é um jogo de aventura para internet do tipo “point&click”, completamente produzido a mão, com madeira, massinha e outros tipos de materiais, animado pela técnica de stop motion. Para acompanhar e saber mais do projeto, acesse a pagina:
Ainda sem previsão de lançamento.

Surf, Estrada e “Faça Você Mesmo”

Cyrus Sutton, é um surfista californiano que tomou a coragem que muita gente gostaria de ter. Largou tudo para trás, preparou seu furgão sozinho e ganhou a estrada pela Costa Oeste dos Estados Unidos, surfando, filmando e fotografando.

Ao retornar ele produziu o documentário Compassing, de 23 minutos, que relata a sua aventura pelas ondas da América do Norte.

Confira:

Cyrus atualmente é diretor e fotógrafo da Koduroy uma produtora americana voltada para atividades aquáticas, principalmente o surf.

Mens sana in corpore sano

Na psicologia estudamos comportamentos, pensamentos, questões existenciais, inconscientes, tudo relacionado à mente e seus processos. Porém, não somos apenas bilhares de sinapses acontecendo e nos fazendo ser o que somos. Nosso corpo é uma usina bioquímica, que cobra caro se não for bem tratado. Esse texto clarificará o velho e importante dueto mente-corpo.

A premissa é simples, simplória. O equilíbrio bioquímico que devemos ter em nosso cérebro gera um terreno de harmonia para que possamos viver melhor com nossas emoções. Exemplo: tristeza, depressão e intestinos. Se ficarmos “enfezados”, seja por um prisão de ventre (que é um desequilíbrio), seja pela sujeira crônica no intestino (acumulada através da ingestão de alimentos industrializados, ultra-processados e/ou de baixa qualidade, ácidos em sua maioria), poderemos produzir quadros depressivos, pois 90% da serotonina, principal “substrato” de nosso bem estar, é produzida no intestino. Logo, se o intestino não funciona bem, a sensação de bem estar fica cada vez mais longe. A confusão mental e a tristeza se tornam cada vez mais intensas. Claro que as causas convencionais como emoções e traumas, bem como o estresse também são agentes catalisadores de um quadro depressivo. E é importante que sejam trabalhadas em psicoterapia.

O interessante é que o tratamento psicoterápico nas emoções e no físico, através da alimentação e suplementação, torna o processo de melhora muito mais rápido e eficaz, sem abrir mão da qualidade. Pois tratar sem pensar na unidade, no binômio mente-corpo, é ir contra o óbvio. Não podemos ser reducionistas em saúde. O ser humano tem que ser olhado por inteiro.

O que pode nos deixar doentes? O desequilíbrio. TODAS as doenças podem ser evitadas se mantivermos nosso sistema imunológico fortalecido (pela alimentação e pela mente equilibrada) e a oxidação das nossas células controladas com a ingestão de vitaminas e minerais pela alimentação funcional e suplementos.

TODAS as doenças podem ser evitadas se mantivermos nosso sistema imunológico fortalecido…

Mesmo as doenças congênitas ou as auto-imunes podem ser melhoradas pela alimentação. Mas o fato é que nossas emoções estão associadas à nutrição. Alimento é mecanismo de compensação afetiva para toda a sociedade contemporânea. Quantas vezes come-se um belo pudim de leite de sobremesa “porque eu mereço”? Ninguém se alimenta pensando apenas no corpo. A busca é pelo prazer, onde a associação do sucesso/celebração com fartura à mesa é histórico. Ou seja, comemos para celebrar, já que houve uma época em que não tínhamos comida em abundância como existe hoje. E por favor, aos xiitas de plantão: ainda existem pessoas que morrem de fome sim, o que falta é uma melhor produção/distribuição doa alimentos no mundo. Basta vontade político-administrativa pra acabar com a fome.

Qual a solução? Passarmos a comer ração e abdicar de um pão de queijo fresquinho, de um pedaço de torta de chocolate com sorvete? Não! Como os orientais falam há 5000 anos, o melhor caminho é o do meio. Devemos criar uma base alimentar, entender o terreno que vivemos.
Nosso ar é sujo, nossa água é de baixa qualidade e nossa vida é corrida e cheia de obstáculos, sociais e emocionais. Então devemos respirar melhor, e, sempre que possível, estarmos em lugares com ar mais puro.

A nossa água também deve ser bem filtrada, e muito bem filtrada. E nossa alimentação deve ser em sua maior parte balanceada. Devemos SEMPRE comer coisas integrais. A natureza é sabia e o refinamento é burro. O famoso arroz com feijão deveria ser de arroz integral e feijão vermelho ou azuki, mais nutritivo.

O refino do alimento retira muito da nutrição e acrescenta coisas que fazem mal. O caso do açúcar branco, que é rico em enxofre, é causa de muitos desequilíbrios, pois está presente na alimentação infantil de forma exacerbada, causando muito erro de diagnóstico. Confinar uma criança em um apartamento pequeno e dar a ela muito carboidrato simples, ultraprocessados e o açúcar das “besteiras infantis” vão fazer da criança hiperativa e desatenta, O que pode causar um falso diagnóstico de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

Os segredos para se viver bem não são complicados. Aplicá-los nesse mundo, denotativo, conotativo e atrasado que vivemos é que é o desafio a ser vencido. Para saber mais, sugiro a leitura de dois livros fantásticos: “Sugar Blues: o Gosto Amargo do Açúcar” de William Dufty e “Novo Manual De Medicina Natural”, do médico nutrólogo Márcio Bontempo.

Samsara

Filmado em 25 países o novo filme da dupla Ron Fricke e Mark Magidson (dos aclamados Baraka e Chronos) vem mesmerizando platéias em todo o mundo. Samsara – palavra sânscrita que significa algo como a roda incessante da vida – promete uma experiência sensorial sem precedentes, usando para isto uma combinação de locações estonteantes escolhidas a dedo e tecnologia de última geração na captação de imagens. Seguindo a temática dos sucessos anteriores, Fricke e Magidson fazem uso de uma bem produzida trilha sonora para dar o tom da narrativa. Sem diálogos, o clima espiritual e a interconexão de nossas vidas ao menores processos da natureza perpassam toda a película. A beleza dos cenários e personagens, junto da delicadeza da montagem nos carrega por uma “meditação guiada”. Simplesmente imperdível.

Trailer:

Food Sequence:

Mais?

É dia de festa

Há algum tempo convivemos com datas festivas: dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados, além dos feriados consagrados e institucionalizados, como natal, carnaval, dia da independência e outros que me escapam neste momento. Indicativo de nossa vocação para celebração, as datas comemorativas tem sua importância e efeito social benéficos. A memória possui papel fundamental nessas escolhas. Grandes acontecimentos e marcos, assim como os trágicos e dolorosos eventos, são dignos de ganharem suas datas específicas e seu merecido destaque. Espécie de lembrete que nos supre de modelos a ser seguidos ou evitados, a memória confere valores às situações do passado, santificando ou demonizando personalidades, lugares e fatos. Assim, fizemos a transição dos antigos gabinetes de curiosidades e coleções particulares aos primeiros ensaios do que viriam a se tornar nossos museus. Essa vontade de documentar, catalogar e eternizar artefatos que de outro modo seriam perdidos pela ação do tempo, alcançou dimensões de ciência, e hoje em dia nos é difícil imaginar um mundo sem a prática da memória. Para o bem ou para o mal, mesmo que a serviço de interesses nem sempre louváveis, a memória, solidificada na forma de datas comemorativas, presta seu papel a humanidade.

Com a revolução industrial e o avanço tecnológico a serviço da produção, essas datas foram gradualmente pervertidas em veículos de ideais de consumo. O imperativo existente em presentear alguém nesses dias torna-se tão opressor que é possível sentir-se culpado por não o fazê-lo. Afinal, quem arriscaria não presentear a nova namorada no dia dos namorados? Ou não comprar algo para a mãe no dia das mães? Você pode escolher não o fazer, mas a coerção exercida pela mídia e pela maioria das pessoas de seus círculos sociais, no mínimo, o levará a refletir se realmente vale a pena levar a pecha de ser “do contra”. Infelizmente, de tão naturalizadas, grande parte dessas datas exercem influência praticamente irresistível. Talvez o problema seja sua excessiva quantidade, já que em alguns calendários, notamos celebrações para todos os dias do ano. E não incluo as festividades religiosas, pois desta forma estes números dobrariam. De fato existem dias para tudo e para todos.

O mérito em se ter um dia próprio é, aparentemente, objeto de desejo – ao alcance – de todos, nenhuma profissão ou causa é insignificante e todas merecem sua data específica.

Interessante perceber que as categorias contempladas passam por diversas esferas do convívio humano: o trabalho e suas mais variadas profissões; os relacionamentos e dias especiais para todos os graus de parentesco e relações afetivas; as causas sociais e seus “dias mundiais” de múltiplas lutas; junto de todas estas se segue uma profusão de motivos e justificativas para tantas comemorações. Dentre inúmeras questionáveis, destaco alguns exemplos bizarros como o “dia da baiana do acarajé” e o “dia do cotonete”. Muitos destes fogem à regra geral das datas forjadas para impulsionar vendas, mas creio que o ponto comum seja a satisfação narcísica existente em “possuir” uma data. O mérito em se ter um dia próprio é, aparentemente, objeto de desejo – ao alcance – de todos, nenhuma profissão ou causa é insignificante e todas merecem sua data específica. A gratificação da lembrança nesses dias é a recompensa final pela dedicação aplicada à pessoa, instituição ou ideal amado. A chancela oficial, claro, fica por conta da aceitação e permanência desses dias nos anos seguintes, processo que caberá ao tempo decidir, mas na verdade, quem está ligando? Então, se no próximo dia do amigo você sentir uma incontrolável vontade de disparar mensagens a todos seus contatos, ou se no dia do sexo você subitamente deseje visitar aquele sex shop perto do seu escritório, saiba, caro amigo, que pode não ser sua vontade própria.

Os experimentos de Bill Domonkos

Se você gosta de gifs animados, assim como eu e a  Ludmila, precisa conhecer o trabalho do cineasta húngaro Bill Domonkos. Sua obra combina elementos 2D e 3D e é repleta de efeitos especiais misturando fotografia e manipulação de vídeos antigos. Seu trabalho tem sido exibido internacionalmente em festivais de cinema e museus.

Wim Wenders: De Volta ao Quarto 666

O cineasta alemão Wim Wenders, reconhecido internacionalmente por obras como “As Asas do Desejo (1987)”, “Paris, Texas (1984)” e “Pina (2011)”, é o personagem principal do curta de Gustavo Polidoro. Nele, o diretor, assim como em seu filme “Quarto 666”, retoma a reflexão sobre os rumos do cinema, mas desta vez, à frente das câmeras. Em 1982 Wenders convidou diretores como Antonioni, Godard, Herzog e Spielberg a discorrerem sobre os rumos do cinema. No curta, Gustavo Spolidoro se utiliza das imagens do filme original de Wenders para fazer um diálogo com o cineasta. Wenders discorre sobre a atualidade das antigas questões, o lugar do cinema no mundo digital, entre muitas outras coisas.

Pixxxels

O fotógrafo francês, Jean Yves fez um ensaio sensual diferente. Ao invés de fotos valorizando o corpo feminino, ele “pixelou” as modelos, deixando suas “curvas” literalmente quadradas. Será que ele usou Photoshop?

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