Opinião

Dia do Trabalho ou seria Dia do Protesto?

Ontem foi dia do trabalho. E, coincidentemente, após um enorme feriadão de descanso e curtição, eis que volto a difícil missão de tirar leite...

Meu Carnaval em Portlandia

Portlandia, "onde o sonho dos anos 90 está vivo", é a boa nova do mundo televisivo alternativo. (Digo isso e não tenho uma tv...

Bate e volta

Em uma festa de pessoas desconhecidas, enquanto eu me esforçava em disfarçar a vergonha de pegar salgadinhos e cervejas, acabei reencontrando um velho conhecido....

Polícia para quem precisa

Salvem os leitores do Trevous! Aqui vai o meu primeiro post, já um tanto atrasado, diretamente da Holanda. Resumidamente eu vivo e estudo em Haia...

Sobre aprender

Bom, esse é o meu primeiro post, e acabou que o que mais me preocupava se tornou o tema deste texto: aprender! Quando criança, na...

Porco fresco

Não tenho o hábito de assistir televisão diariamente, embora muitas vezes tenha que ceder para não me sentir um alienado. Ela serve pra mim,...

Novas crianças, velhos brinquedos

Bem, é ano novo e, para decepção dos adeptos de cultos Nova Era, o mundo não acabou. Boa notícia pra maioria, fato. Talvez não...
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Antes que me falhe a memória

Documentário "Lambari" retrata memórias e impactos humanos do desastre de Mariana, 10 anos após o maior crime ambiental do século.

A loucura de que todos somos feitos e o legado de Hilda Hilst

A autora traz várias obras de Hilda Hilst para refletir sobre seu impacto no mundo, seus maiores temas e ensinamentos. Explora a autora como figura feminina na literatura nacional e seus processos como escritora.

Quem paga a conta do trauma da guerra? Sob a luz de “As últimas testemunhas”

O texto reflete sobre o trauma da guerra sob a luz da teoria da banalidade do mal, de Hannah Arendt, e dos relatos infantis do livro As Últimas Testemunhas, de Svetlana Alexijevich. Explora como a violência persiste na memória dos sobreviventes e questiona quem realmente paga essa conta.

Inovação vs Tradição – Quando as Mudanças atingem as Bases da Festa

O Carnaval 2025 traz mudanças polêmicas: a terceira noite de desfiles na Sapucaí aumenta receitas mas esvazia tradições, enquanto a burocracia municipal leva blocos históricos a encerrarem atividades. Uma análise sobre inovação versus essência da festa.

Meu enredo tem axé

O Carnaval carioca é uma celebração de raízes profundas, ligadas à cultura negra e à ancestralidade. No entanto, influenciadores e narrativas distorcidas tentam reescrever essa história. É essencial respeitar a tradição e reconhecer o protagonismo das comunidades que sempre fizeram a festa acontecer.