"Curto-Circuito Camicase" de Luis Brás é uma viagem lisérgica através de contos que misturam humor cáustico, críticas sociais e uma prosa inovadora. Se você está pronto para desafiar suas percepções e mergulhar em uma narrativa que combina caos e reflexões profundas, este livro é para você. Prepare-se para uma leitura que pode até fritar sua rede neural, mas que oferece uma experiência literária única e envolvente.
Uma resenha de "Não vale Morrer", de Leonardo Marona, que começa como um relato, perpassa por uma analise e termina com uma reflexão. Feita pelo seu amigo, Rafael Sollberg.
Nota da comunidade: Recomenda-se fechar essa crítica agora mesmo, sério! Mas caso tenha algum complexo de mártir ou especial apreço por um chute nos...
Num mundo onde os fascistas crescem em progressão Malthusiana e psicopatas são eleitos sem muitas dificuldades, é difícil falar sério sem precisar recorrer ao...
Entre o “O peso do pássaro morto” e o “Torto Arado”, temos justamente um Pássaro Torto que pesa 920 gramas, com asas! Aqui um pouquinho menos em razão da condição física, mas que em nada afeta sua performance.
O Carnaval 2025 traz mudanças polêmicas: a terceira noite de desfiles na Sapucaí aumenta receitas mas esvazia tradições, enquanto a burocracia municipal leva blocos históricos a encerrarem atividades. Uma análise sobre inovação versus essência da festa.
O Carnaval carioca é uma celebração de raízes profundas, ligadas à cultura negra e à ancestralidade. No entanto, influenciadores e narrativas distorcidas tentam reescrever essa história. É essencial respeitar a tradição e reconhecer o protagonismo das comunidades que sempre fizeram a festa acontecer.
Os enredos das Escolas de Samba são construções ricas, documentadas no Livro Abre-Alas, que guiam os desfiles e impactam jurados e público. O Carnaval 2025 trará histórias que exaltam a cultura afro-brasileira, a resistência e a fé. Saiba mais sobre os temas das agremiações e prepare-se para a festa!
o Carnaval de rua é mais que festa—é um ritual de transcendência. Entre blocos, estandartes e multidões, foliões mergulham em um êxtase coletivo, libertando-se das amarras do cotidiano. Uma celebração que retorna a cada ano, reafirmando sua força cultural e sagrada.